E depois há aquelas canções em que tropeçamos, quase sem querer... e que ficam no ouvido. E que depois queremos conhecer melhor, e lemos, sentimos, e percebemos que afinal aquela canção estava ali à nossa espera. Como esta.
Terça-feira, Novembro 24, 2009
I'm the hero of the story
E depois há aquelas canções em que tropeçamos, quase sem querer... e que ficam no ouvido. E que depois queremos conhecer melhor, e lemos, sentimos, e percebemos que afinal aquela canção estava ali à nossa espera. Como esta.
Quinta-feira, Novembro 19, 2009
Soundtrack for
Porque às vezes também queria ser ninguém (mas só às vezes). E nada como nos deixarmos ir até ao chão, com calma, sem sobressaltos, para depois nos reerguermos. Mais fortes. Isso de certeza. Sempre.
somos a fachada
de uma coisa morta
e a vida como que a bater à nossa
porta
quando formos velhos
se um dia formos velhos
quem irá querer saber quem tinha razão
de olhos na falésia
espera pelo vento
ele dá-te a direcção
ninguém é quem queria ser
eu queria ser ninguém
a idade é oca e não pode ser motivo
estás a ver o mundo feito um velho
arquivo
eu caminho e canto pela estrada fora
e o que era mentira pode ser verdade
agora
se o cifrão sustenta a química da vida
porque tens ainda medo de morrer
faltará dinheiro
faltará cultura
faltará procura dentro do teu ser
ninguém é quem queria ser
eu queria ser ninguém
diz-me se ainda esperas encontrar o
sentido
mesmo sendo avesso a vê-lo em ti
vestido
não tens de olhar sem gosto
nem de gostar sem ver
ninguém é quem queria ser
ninguém é quem queria ser
eu queria ser ninguém
Manuel Cruz, Foge Foge Bandido
Domingo, Novembro 15, 2009
Fugas
E são esses instantes que se prolongam, e se transformam em horas (às vezes dias). Revejo o passado como num velho livro bafiento, as boas recordações cristalizadas, as discussões e as acusações esborratadas, a perder o sentido. Mas bem marcadas, apesar de quase ilegíveis. Porque a tinta vermelha já perdeu a forma, mas manchou as outras páginas, passou por cima dos sorrisos e da quentura dos abraços...
Custa-me, agora como na primeira noite, uma noite morna de fim de Abril, manter a pose, não denunciar, não dar azo a perguntas a que não quero responder. E manter esta espécie de acordo tácito, mútuo desprezo para que se evite a guerra. Seja, pois, assim. Vai-se-me quebrando o coração aos pouquinhos, aos pouquinhos... mas talvez ninguém note, e é melhor assim. Mesmo evitando a guerra, eu não fiquei em paz. E duvido que tu o tenhas conseguido.
Sábado, Outubro 24, 2009
Fica aqui, para ouvires e levares contigo. Leitor de mp3, volume no máximo, casaco bem apertado e olhos limpos de lágrimas. Como eu a ouvi hoje.
He estao durmiendo a dos metros bajo tierra, y ahora he decidio dormir sobre la tierra.
He pasao tanto tiempo lamentando lo que no entendía, que ahora prefiero que me den la clara del día.
No, no, no, no,...
No más llorá
Empieza mi viaje en la carretera,
Por fin camino sola,
En mi casita con ruedas,
El tiempo será pa mi lo que yo quiera que sea,
Nunca un nido, nunca un muro,
Solo lo que yo quiera.
Recorro montañas, desiertos, ciudades enteras,
No tengo ninguna prisa,
Paro! donde quiera!
La música que llevo
Será mi compañera,
Ahh, ahh, ah...
Aprendí a escuchar las noches
No pienso enterrar mis dolores,
Pa que duelan menos,
Voy a sacarlo de dentro,
Cerca del mar,
Pa que se lo lleve el viento (3)
Hoy pa mi la burra grande,
Ande que ande o no ande,
Que la quiero para
Al que me importune este cante,
Que tengo yo en mi soledad, cientos de canciones
Tararea empeza y sin acaba,
A punto a punto..
Que yo tengo yo en mi soledad,
Cientos de canciones tarareas
Empeza y sin acaba, a punto a punto de estallá.
Y algunas que nadie jamás quiero que comprenda
Porque son pa mi na ma,
Pa mi corazón
Pa mis pensamientos,
Pa mi reflexión,
Pa mi.
No se cuando volvere, no se donde llegare,
No se que me encontrare, no importa... no, no..
Terça-feira, Outubro 20, 2009
Mantra
E repito, como um mantra... Nothing brings me down... Nothing brings me down... Porque tenho de ser mais forte que isto, eu sou capaz... nothing brings me down...
Domingo, Julho 05, 2009
partir.voltar.deixar
Terça-feira, Maio 26, 2009
Memórias

Sábado, Maio 09, 2009
Domingo, Maio 03, 2009
Quinta-feira, Abril 16, 2009
O meu país
O meu país sabe às amoras bravas no verão.
Segunda-feira, Março 16, 2009
Dar-me conta...
... que trago tanta coisa boa e nova dentro de mim.
(apesar da data, só agora, em Julho, é que desenterrei isto... continua a parecer-me o mesmo)
Quarta-feira, Março 11, 2009
Terça-feira, Fevereiro 24, 2009
Erasmus!

As saudades de vos ver, meus tugas (e faltam aqui alguns nas fotos! Claro!), de vos apertar essas bochechinhas e ter beijinhos bons só para mim! De dizer as coisas só pela metade, e saber que me entenderam mais que ninguém.
Gosto desta foto, desculpem lá! Gosto porque é muito do que é este ano. Tem gente que estuda aqui comigo, gente que estuda longe longe na Polónia, gente que me conhece bem, gente de quem sentia falta, gente com quem partilhei o meu passado e a minha vida, gente nova a quem quero tanto bem, amigos de Portugal e de Espanha, o mundo todo nesta experiência única de ser um Erasmus. De ser um Erasmus, aqui e agora, mas também no futuro. Muito do que aprendi aqui não está nas salas de aulas, também não está nas noites loucas de festa eslovaca. Está nestas pessoas, nas suas vivências e nas nossas convivências. Gosto de vocês. Todos. Muito! A gente vê-se... afinal, o Mundo é tão pequeno!
Sábado, Janeiro 24, 2009
Gumat Chen
Pois bem, foi à conta daquela pequena área, delimitada por um quadradinho branco, que ontem ganhei o nome de "Gumat Chen", (ler Ghumat "R"en), o que em hebraico dá algo como "cavity of beauty", e que é o que em português se chama "Covinha". Notar que é só uma, se fossem duas o nome já mudava... E entre gumat chen e "côuvinha" com sotaque hebraico não sei qual prefiro ;)Segunda-feira, Janeiro 19, 2009
Domingo, Janeiro 11, 2009
-5,+20
... es que yo me indigno! Disfruten!
