domingo, outubro 09, 2005
O Orgulho da UTAD somos nós!
Ando cansada, com dores em musculos que eu nem sabia ter... mas vale mesmo a pena! Pelos doutores fixolas que encontramos, pelos desconhecidos que se transformam em companheiros de sofrimento e amigos... por ficar a conhecer melhor toda a cidade.
Estar longe de casa, do namorado, dos amigos, do cão, do gato, dos vizinhos é duro, e a saudade vai existir sempre, mas temos vivido momentos fantásticos!
Por isso, minha gente, embora a minha presença nos locais virtuais normais diminua (Forum DF, Prédio ao lado, blogs do pessoal, mIRC, MSN), eu tou sempre cá!... e a rede de telemóveis tb funciona em Vila Real ;)
Beijos, é VET QUEM MANDA AQUI!!!! ;)
domingo, setembro 18, 2005
Eu estou... sem palavras...

Bem, fiquei em Vila Real... em Medicina Veterinária... Não fazem ideia o alívio que é estar colocada... :)
Agora, do resto do pessoal: o meu Joaquim ficou em Química em Coimbra, o Jorge entrou em Medicina no Porto, a Sofiazita entrou em Lisboa em Anatomia Patológica Citológica e Tanatológica, o Ph e o Té vão para Engenharia Biológica em Braga, a Ju entrou em Dentária... o Veloso ficou em Vila Real como eu... e vamos cá todos andando...
Boa sorte para eles todos... :)
terça-feira, setembro 06, 2005
Fácil de entender
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei.
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...
sei lá eu o que queres dizer.
Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz."
Eu já não sei se sei
o que é sentir o teu amor
não sei o que é sentir.
Se por falar, falei,
pensei que se falasse era fácil de entender.
Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Triste é o virar de costas,
o último adeus sabe Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim,
tratar de mim,
olhar para mim...
escutar quem sou
e se ao menos tudo fosse igual a ti...
Eu já não sei se sei
o que é sentir o teu amor
não sei o que é sentir.
Se por falar, falei,
pensei que se falasse era fácil de entender.
É o amor
que chega ao fim.
Um final assim, assim é mais fácil de entender...
Eu já não sei se sei
o que é sentir o teu amor
não sei o que é sentir.
Se por falar, falei,
pensei que se falasse era fácil de entender.

quinta-feira, setembro 01, 2005
Next town... Viseu

Este fim de semana vou de férias...
Vou dar uma escapadela a Viseu, ver o meu irmão, a cidade que é já "sua", e passear pela Feira de São Mateus, com dois dos meus melhores amigos (são uns tipos impecáveis, vão-me aturar três dias :P ), e com os que não podem ir no coração...
E sábado, para pôr a cereja em cima do bolo, The Gift ao vivo! Espero que seja desta (da última vez que os tentei ver os bilhetes esgotaram antes de eu reservar...)
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Beijos beijos beijos... divirtam-se tanto como eu (ou mais!) :) ...

domingo, agosto 28, 2005
Hoje é dia de festa...
Embora eu não seja destas coisas (mas atendendo ao facto de o meu blog ser, acima de tudo, o "meu" espaço), entreguei-me a um certo narcisismo e... resolvi parabenizar-me...

Pronto, agora façam de conta que isto não está aqui e vamos seguir com a nossa vidinha... ;)
sexta-feira, agosto 19, 2005
To be continued...
A longa serpente de alcatrão havia reluzido durante todo o dia debaixo de um sol abrasador. Agora, enquanto ele a calcorreava, o calor libertava-se do chão, como se caminhasse em cima de brasas.
Embora a noite estivesse abafada, aqueles vapores quentes eram uma companhia bem-vinda, uma espécie de conforto, enquanto caminhava no meio do nada.
A história deste homem que vemos é, em tudo, muito simples. Dispensa os floreados de um romance de amor, todo o mistério que rodeia um policial: é a história de um homem, e da sua vida.
Aparenta ser jovem, embora se reconheçam no rosto as marcas de um estranho cansaço. As manchas brancas entre o cabelo notam-se ainda mais com o luar, que lhe ilumina o rosto contorcido. Alto, forte, caminha com ar decidido.
Sabemos que se chama António, e que vem calcorreando a estrada desde muito longe. Da mochila que lhe pende dos braços tira de vez em quando uma garrafa com uma aguardente envelhecida, e caminha depois com mais determinação.
Nas suas mãos notam-se manchas escuras, como se o alcatrão da estrada tivesse saltado de repente, para se cravar nos seus membros. Ao luar, percebe-se que é sangue a mancha seca e escura que lhe come as mãos, que ele não tentou sequer esconder ou limpar.
A história simples deste homem começou com este sangue. O que estava para trás? Não interessa, são traços iguais de histórias iguais a todas as outras. Nascimento, crescimento, procriação, por tudo isso passara António, como qualquer outro animal. No seu ciclo terreno faltava só a morte, a dele, porque a morte às suas mãos, essa, já tinha chegado.
António matou um homem por puro tédio (eu não dizia que esta era uma história simples?), quando caminhava pelo bairro mais pobre da cidade. Saiu de uma das muitas casas de putas da zona, com a sua mochila negra cheia de pequenas garrafas, e preparava-se para regressar aos braços fiéis da mulher, quando achou que faltava alguma coisa.
Pela rua andavam ainda algumas meninas, de grossos lábios vermelhos, prontas a dar, a dar-se, em troca da nota do costume. Mas António conhecia-as todas, de todas as noites em que se perdera, gemendo de prazer entre os seus gritinhos bem ensaiados. Definitivamente, faltava alguma coisa! Faltava diversão! Diversão genuína…
Num canto sem luz, abrigado por duas ou três caixas de cartão, estava um homem sentado. A seus pés, um cão tão rafeiro como ele fazia as vezes de guarda real. O quadro patético daquela dignidade patética oferecia-se a António como a diversão suprema.
Da mochila, sacou uma das suas garrafinhas, que escaqueirou na parede. O homem sentado nem pestanejou. António aproximou-se dele e foi desferindo golpes, um, dois, três, na cabeça, no peito, no abdómen… Mas a diversão não chegou. Falhou algo, e António não percebia porque é que o velho mendigo não havia lutado. Estragou-lhe os planos, até na morte manteve a sua dignidade patética.
Humilhado pelo orgulho daquele homem, António afastou-se. As putas e os bêbados em volta eram cegos, imunes a tudo o que se passava na rua, para além do sexo e do dinheiro, e davam-lhe até passagem, continuavam a oferecer-se, sem ver o sangue nem o olhar daquele homem que fracassara.
A longa estrada vai adiando a resposta…
Podes dar-ma tu?
quarta-feira, agosto 10, 2005
segunda-feira, julho 25, 2005
Who are u?

I want to hold you
Like you were the one
It sees right through me
A bullet it comes and takes me
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u ?
who are u?
Ever since I saw you
I want to hold you
Like you were the one
You feet rest on my shoes
I sing this song for you
Just to see you smile
And I love you I love you
I love you but I fear you
Who are u?
who are u?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
And I love you I love you
I want you but I fear you
Who are u?
who are you?(x4)
For how long
How strong do I still have to be?
How come you mean so much to me?
For how long
How strong do I still have to be?
sexta-feira, julho 15, 2005
Exames 2005
Fica a lista:
Português - 178 - 19 final
Biologia - 167 - 18 final
Química - 138 - 16 final
Psicologia - 192 - 18 final
Agora é estudar para Matemática... e depois concorrer e rezar ;)
Boas férias
Nandita
domingo, junho 26, 2005
My dog
Boas férias!
segunda-feira, junho 13, 2005
Eugénio de Andrade
Faleceu esta madrugada aos 82 anos... o poeta de uma limpidez fantástica!
Ficam as palavras, garantia de imortalidade de um homem que viveu para elas...
sábado, junho 04, 2005
Bom tempo... para estudar!
Isto porque cheguei às mil visitas (paguei bem, mas compensa ver o número ali em baixo, não acham? :) dá sempre aquele ar...)
Por outro lado, porque dentro de uma semana estou em vacances. As férias mais hard-worked da minha vida, porque há que começar a estudar para os exames, depois há que fazê-los... sem falar no sofrimento de esperar por notas e colocações...
Férias dificeis, estas!
Depois, é o dizer adeus (ou, em caso de haver azar...não!) à escola... aos colegas. Vai custar deixar de ver todos os dias as mesmas caras, amigos de sempre, outros que foram "descobertos" há pouco tempo, mas que são pessoas excelentes... Outros há que sei que vou manter a relação circunstancial que tinha até aqui ("ola, boa tarde, tudo bem, muito trabalho?").
É pena que no meio de tudo isto tenha havido desencontros, decepções, separações... as pessoas são de facto imprevisiveis! Mas bola para a frente e toca a construir a nossa vida, ninguém o vai fazer por nós, não é?
Bem, e de post light me despeço... até ao fim dos exames, ou com sorte mais cedo! ;)
Naaaaaaanddiiiiiiiiiiiitaaaaa :p
sexta-feira, maio 13, 2005
Coisas minhas
O único texto meu que publiquei num jornal regional (A Aurora do Lima, de Viana do Castelo)... ando com saudades do tempo em que eu tinha tempo...
Nada! Aí está o que sinto por ti... Uma suave indiferença, só. Como pode ser? Como é que de uma vida inteira não resta nada, porque é que não fica um laço, uma ligação, por muito ténue que seja?
Para nós os anos passaram depressa de mais... Foram apenas contados, calendarizados: não os vivemos, no fim de contas.
Prendeste-te a um emprego inútil, diria até que casaste com os papéis, não comigo! Era no meio de papéis que passavas a noite, os fins-de-semana deixavam-te extenuado de tanto trabalho e as férias, essas, não faziam parte do vocabulário da nossa família... Dedicaste mais tempo a esses clientes do que a mim, e a paga disso é apenas solidão, sabes bem. Eles não te farão companhia, nem tão pouco chorarão a tua morte! E eu, posta de parte desde o início, farei como eles...
Os anos foram passando, e, enquanto que tu vivias quase exclusivamente para o trabalho, eu acabei por me dedicar aos nossos filhos... Sim, aquelas crianças que viviam lá em casa, os jovens a quem pagavas a mesada, são nossos filhos! São dois jovens que cresceram com a consciência de que o pai não os conhecia, mesmo estando sempre por perto... satisfazendo os seus desejos materiais. Custa-te perceber que o que eles queriam era apenas amor?
E a mim? Conheces-me? Sabes que fui tua mulher, que sou a mãe dos teus filhos? Escusas de responder... Sei bem que não...
Eu vivi sozinha tanto tempo que, nestes quatro meses, acabei por não notar diferenças palpáveis... só uma: deixei de ser tua empregada, já não lavo a tua roupa, nem preparo jantares para os teus amigos, que nunca conheci, já não preciso de ouvir as tuas desculpas, cada vez mais constantes, de cada vez que nem dormias em casa...
Posso pensar em mim, agora! E pensar por mim, também.... Vou reconstruir a minha vida, junto com os meus filhos, e esquecer que alguma vez te conheci!
Sei bem que não posso fingir que tenho vinte anos de novo... Roubaste-me esses anos, que podiam ter sido maravilhosos, e transformaste-os na época mais monótona da minha vida! Mas sei também que basta eu querer para que tudo funcione na perfeição. Terei um emprego, a fazer algo de que gosto e que não me sugue a vida, um bocadinho a cada dia... E vou amar a vida, como nunca amei!
Restam-me as pessoas... as que sempre estiveram do meu lado. Não tu, nem os teus, que apenas deixaram páginas em branco, com breves anotações, à margem, dos que me querem bem. Dos que me avisaram, vezes sem conta...
Mas ainda não é tarde de mais! O Sol nasce agora de novo para mim, e tu, qual vampiro que me deixou quase sem forças, somes-te de novo para a escuridão... para a sombra vazia que é a tua vida.
Acho que menti. Não é nada o que sinto por ti, há aqui qualquer coisa dentro, ainda. Foi o que restou: a pena! Tenho pena de te ver desperdiçar a tua vida! E possivelmente nem tens consciência do que estás a fazer a ti mesmo...
Abre os olhos, por favor, e olha à tua volta! Nem tudo está catalogado e apreçado... nem tudo tem um prazo tão curto como o teu serviço. Repara no que tens, e no que podias ter... podias ter o amor e o respeito dos teus filhos, podias-me ter a mim. Sabes porque não nos tens? Porque não nos podes comprar. Tudo o que realmente interessa não se compra, conquista-se! E tu puseste as tuas armas no chão há muito, muito tempo!
Tenta, a partir de agora, viver a sério! Talvez não seja tarde demais... ainda deve haver um resto de vida no teu coração de pedra e aço... podes ainda conseguir reconstruir-te, reconstruir uma vida, ao lado de alguém que ame esse teu novo “eu”.
Não penses que te esqueci. Continuarás no meu coração, no recanto escondido onde se guarda um lado do passado: o lado daquilo que podia ter sido bom, mas de que saímos magoados demais para tentar de novo.
Tenho pena de ti, tenho mesmo. E medo de que não te encontres, e a tua vida se desmorone... que vás até um ponto de onde não haja volta. Estás sozinho, espero que o saibas, e, como dizia o filósofo, sem desculpas. Não deixes a vida que te resta esvair-se nas tuas mãos. Quando estiveres de mãos vazias, não há retorno possível, apenas te resta o arrependimento e o remorso... E eles serão a tua morte!
domingo, maio 01, 2005
Novas bandas
Para começar, o tempo... mal as coisas estavam prontas, começou a cair uma chuva miudinha, pouco mais que molha-tolos... se a assistência já estava reduzida, imaginem a chover!
A primeira banda a entrar em palco foi Territorial Act. Têm uma clara influência de Nirvana, no som, no tom rouco adoptado pelo Daniel, vocalista. Acabaram por fazer duas covers deles ( "Come as you are" e "Lithium"), com as quais delirei eh eh eh Houve ainda tempo para estourar dois ou três microfones, e atirar um ao chão, tal era a loucura do baixo... estiveram muito bem!
Depois entraram Les Triple. São dois irmãos, e têm um estilo alternativo muito interessante. Tive pena que o som não estivesse nos seus melhores dias... mas eles oscilavam entre algo muito parecido com o "spoken-word" e uma coisa quase blues... não consigo entender em que raio de género se encaixam, mas curtia ir vê-los de novo. São uma banda a descobrir.
E foi isso, mal deu a meia-noite aproveitámos para cantar os parabéns ao Jorge (o "génio" faz anos hoje ;) ), acabando por tornar o concerto uma celebração particular do Secundário :)
Arrumar as tralhas e tal... foi à uma que nos metemos no carro (sete... um ao colo, outro atravessado no banco de trás!) e fomos distribuir o pessoal a casa. Resumindo: fora a condução louca do Joaquim, correu tudo bem.
Beijo, esta semana vai ser de estudo intensivo.
Nandita
terça-feira, abril 26, 2005
Outra vez... teatro!
em: http://www.viana.com.pt
Amanhã vou ao teatro... ando com saudades daquelas coisas...
Depois conto como foi.
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Um "acrescento" ao post para vos dizer que a peça é maravilhosa. Com uma interpretação magnifica da Elisabete Pinto, que se desdobra por todo o palco (todo vestido de vermelho, apenas com um piano branco no canto e um jogo de luzes estupendo) entre a sua própria personagem ("Sónia! Quem é Sónia?") e a sua mão, o seu pai, o assassino, as vizinhas...
Adorei, tal como todo o pessoal do Cénico que foi assistir. Pena a actriz estar cansada demais para receber os nossos Parabéns, tinha feito dois espectáculos nesse dia e notava-se, quando por fim fez a vénia e agradeceu, que o cansaço pesava...
Até sábado, ainda vão a tempo!
Nandita
domingo, abril 17, 2005
"Funerais" pelo GCB
Pois é... lá estreámos a nossa peça, uma comédia intitulada de "Funerais"...
domingo, abril 03, 2005
Frésias - ou como chegou a Primavera
Das frésias sei que são as mais belas flores que conheço. Delicadas, discretas, simples no seu aspecto e totalmente inebriantes no seu odor... não sabem o que é a felicidade se nunca sentiram o odor a frésias que se espalha por todo o jardim nas tardes mais quentes de Primavera.
Não sei o que vai acontecer na minha vida, mas sei que, ao menos por uma vez depois desta, gostaria de ter frésias na minha campa: uma lembrança aromática do que espero que a minha vida tenha sido: simples, mas que tenha deixado uma marca "inebriante"... para alguém, para algum lugar, para alguma coisa...
Agora, que é tempo de construir, vou-me deliciando com o cheiro das primeiras frésias que abriram no meu jardim: já encontrei duas roxas e uma branca, belíssima! Hão-de nascer muitas mais, cuidadas pela minha mãe, "fada-madrinha" destes canteirinhos...
quinta-feira, março 17, 2005
Férias de Páscoa
Serve apenas para dar graças aos céus pelo fim de mais um período escolar, com algumas derrapadelas, que se hão-de resolver...
E para comunicar que dentro de meia duzia de horas estou a caminho de Évora, para três dias de "Visita de Estudo", uma oportunidade de juntar o pessoal e ir dar uma volta.
É com pena que deixamos em terra parte dos colegas que não vão (Vaninha, tás lá connosco!) e também a professora Joana (uiii cá do sítio) que também vai "estar lá" em espirito! :)
Espero divertir-me e acima de tudo descansar a cabeça, coisa bem necessária a esta altura do campeonato.
Assim, em três dias vamos andar por:
1.Évora
2.Portalegre
3.Gouveia/Melo
4.Foz-Coa
wish me luck!
terça-feira, março 01, 2005
domingo, fevereiro 27, 2005
The Scum show Soundtrack
The Scum show Soundtrack é a banda sonora de uma das peças de teatro da "Inestética Companhia Teatral", banda sonora esta que é produzida por Nuno Gonçalves (The Gift) e conta com as vozes da grande Sónia Tavares (The Gift), além de , presumo eu, alguns actores que participaram na peça.
A BS está fenomenal, e para quem conhece Am-Fm pode encontrar lá alguns indicios do que depois se tornou o cd dos Gift...
De destacar a Overture, cantada pela Sonia Tavares, que tem tambem uma letra fenomenal...
"Meimendro, estramónio
Beladona, acónito
Agárico, baba de lesma
Sangue de porca, carne de víbora
Centopeia, osso de crânio.
Primeiro serás sangue de virgem
Depois num animal te transformarás
E quando o frio da noite te abraçar
De animal para metal passarás!"
Uma verdadeira "maldição"... no começo de 48 minutos de muito boa música... para mais informações e para comprarem o album (recomendo vivamente!) vão a : http://www.inestetica.com/index.html
Agora resta-me ir estudar, com uma Banda Sonora excelente, porque vem ai uma maratona de testes... TLb, Psicologia e Matemática já esta semana :)



